vejo lá fora o sol surgir
por trás das nuvens
cinzas de outrora
ouço o som timido dos velhos pássaros
entre as sombras das folhas molhadas e
pela chuva que caiu
por toda noite entre o nada
pela chuva que caiu
por toda noite e por nada
e daqui dentro através
das minhas cortinas
vejo um fleche de luz
quase que nostaugico
que me faz levar o que irei sentir
me levando
a penúbra que faz seguir
por toda noite e por nada
a penúbra que faz seguir
de olhos abertos entre o nada
a penúbra que faz seguir
de olhos fechados
pela estrada sem fim.
Jefferson de anglesorath
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário