tenho medo dessa nostalgia
assim como temo o fim de tudo
sentindo agora o flagelo das sombras
desses arvoredos que eu mesmo plantei
a esse sol dessas manhãs
que não chegou e nunca chegará
assim como o sol
cheio de esperança
toca o meu rosto em lágrimas
como eu queria beijar
suas mãos cansadas
e sentir o seu corpo como breve fuga
e ser o vento que move
os seus cabelos
levando a longe as folhas
que repousam sobre seu outono
e o sol vai levar as condolências.
MARCELO ISMO E JERFESON DE ANGLOSORATH.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
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